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Atena Mídia

Marketing jurídico: como construímos o posicionamento da Bruna Prim?

Mosaico com publicações de redes sociais de um escritório de advocacia, reunindo conteúdos informativos, educativos e institucionais que representam estratégias de marketing jurídico para fortalecer a autoridade, a presença digital e o relacionamento com o público.

Quando falamos em marketing jurídico, é comum que a conversa comece pelas restrições: o que a OAB permite, o que ela proíbe e onde estão os limites. Essa discussão é necessária, mas ela representa apenas uma parte da construção de uma presença digital sólida na advocacia.

Na prática, o marketing jurídico vai muito além de evitar erros. Ele consiste em comunicar conhecimento, fortalecer a reputação profissional e construir uma relação de confiança com pessoas que, antes de contratar um advogado, precisam sentir segurança na atuação dele. Essa confiança é construída, publicação por publicação, ao longo do tempo.

Neste artigo, vamos explorar como o marketing jurídico funciona na prática e de que forma a Atena Mídia constrói uma estratégia que transforma a presença digital comum em uma ferramenta real de posicionamento e crescimento profissional.

Por que a presença digital importa tanto na advocacia?

A jornada de quem procura um advogado mudou radicalmente nos últimos anos. Antes mesmo do primeiro contato, a maioria das pessoas pesquisa o nome do profissional, acessa suas redes sociais, lê o que ele publica e tenta avaliar se aquela comunicação transmite credibilidade e conhecimento. Em outras palavras, a decisão de entrar em contato começa muito antes de qualquer consulta.

Nesse cenário, a presença digital deixou de ser um diferencial opcional para se tornar parte estrutural da construção de confiança na advocacia. O escritório que não aparece online, ou que aparece de forma inconsistente, passa uma mensagem silenciosa que pode custar clientes.

Por outro lado, quando bem estruturada, a presença digital resolve um problema que historicamente desafiou a advocacia: a distância entre o conhecimento técnico e o público que precisa dele. Muitas pessoas têm dúvidas sobre direitos previdenciários, trabalhistas ou contratos que jamais chegam a um escritório porque simplesmente não sabem que têm um problema que pode ser resolvido juridicamente. O conteúdo digital é a ponte entre esse desconhecimento e a solução.

Ou seja, entendemos que o marketing jurídico não existe apenas para atrair visibilidade. Mas também, para garantir que o conhecimento, a experiência e os valores do advogado estejam representados de forma consistente nos canais onde o público já está.

As regras da OAB orientam a comunicação, mas não impedem o marketing

Um dos maiores receios de advogadas e advogados ao pensar em presença digital é ultrapassar os limites estabelecidos pela OAB. No entanto, há um equívoco comum nessa leitura: as normas da ordem não proíbem a comunicação. Elas orientam como essa comunicação deve acontecer de forma ética e responsável.

O Provimento nº 205/2021 da OAB reconhece explicitamente a importância da presença digital e estabelece diretrizes claras para que ela aconteça com integridade. Em vez de enxergar essas regras como uma barreira, o caminho mais inteligente é tratá-las como um guia para uma comunicação que fortalece, e não compromete, a reputação profissional.

✦ O que as normas incentivam: conteúdos educativos, análises jurídicas, esclarecimento de dúvidas frequentes, informações sobre direitos e orientações gerais. Tudo que amplia o acesso ao conhecimento jurídico sem prometer resultados específicos ou captar clientes de forma mercantilizada.

✦ O que as normas restringem: promessas de resultado em casos concretos, linguagem publicitária com apelos emocionais inadequados, captação ativa de clientela e qualquer comunicação que transforme a advocacia em um serviço comercializado como produto.

Na prática, a distinção é mais clara do que parece. Um advogado que explica em um Reel como funciona a aposentadoria por incapacidade está dentro das normas e construindo autoridade. Um advogado que promete conseguir determinado benefício para quem a contratar está fora delas. A linha é a intenção e a forma, não a presença digital em si.

Compreender essa diferença libera a comunicação. E quando o advogado entende que pode falar, ensinar e se posicionar, o marketing jurídico deixa de ser um campo de medo e se torna uma ferramenta estratégica de crescimento.

Autoridade se constrói com intenção, não apenas promoção

Advogada escrevendo em um escritório moderno enquanto produz conteúdo especializado, representando estratégias de marketing jurídico voltadas ao fortalecimento da autoridade, da credibilidade e do relacionamento com potenciais clientes.
Autoridade.

Existe uma crença que ainda circula em alguns ambientes profissionais de que falar muito sobre o próprio trabalho nas redes sociais é arriscado ou inadequado para a advocacia. Essa leitura equivocada faz muitos profissionais optarem pelo silêncio digital, o que, na prática, entrega espaço de autoridade para concorrentes que entenderam a dinâmica do conteúdo.

A realidade é que conteúdo educativo é a ferramenta mais poderosa disponível para um advogado construir posicionamento. Quando ele explica conceitos jurídicos com clareza, traduz o juridiquês para uma linguagem acessível, responde dúvidas frequentes e contextualiza mudanças na legislação, ele está fazendo algo que nenhuma campanha publicitária conseguiria: está demonstrando, na prática, que sabe o que faz.

Esse mecanismo funciona porque a confiança, especialmente em serviços de alto valor como a advocacia, se constrói por familiaridade e percepção de competência. Uma pessoa que acompanha o conteúdo de um advogado por semanas ou meses antes de precisar de atendimento chega ao primeiro contato com um nível de confiança muito maior do que alguém que encontrou o escritório por indicação ou pesquisa rápida.

Além disso, o conteúdo educativo reduz as objeções antes da consulta

Quando o advogado já explicou em um carrossel quais são as dúvidas mais comuns sobre benefício por incapacidade, a pessoa que chega até ele já entendeu parte do processo, já percebeu a complexidade do tema e já compreende o valor da orientação especializada. O conteúdo, nesse caso, encurta o ciclo comercial sem parecer comercial.

Portanto, autoridade não se declara. Ela se demonstra, publicação por publicação, com consistência e com genuíno interesse em ser útil para o público.

O posicionamento está em como você comunica

Muitos advogados acreditam que o posicionamento digital depende apenas da área de atuação escolhida. Trabalho previdenciário, trabalho com família, trabalho com contratos. E, de fato, definir a especialidade é o primeiro passo. No entanto, o posicionamento real vai muito além disso.

A linguagem que o advogado usa, os ângulos pelos quais ele aborda os temas, a forma como ele se apresenta visualmente, a frequência com que aparece, os bastidores que escolhe compartilhar e até os assuntos que decide não abordar, tudo isso compõe uma imagem. Essa imagem, construída ao longo do tempo, é o que diferencia um perfil genérico de uma referência reconhecível.

Um escritório especializado em direito previdenciário que comunica temas técnicos com linguagem fria e distante transmite um posicionamento. O mesmo escritório, com o mesmo conhecimento, que traduz temas complexos com proximidade, exemplos reais e tom acolhedor transmite um posicionamento completamente diferente. E o segundo tende a gerar muito mais identificação com o público que busca amparo jurídico em um momento delicado da vida.

Nesse sentido, a presença digital trata-se de construir uma imagem coerente com a atuação profissional, com os valores do advogado e com as necessidades reais do público que ele quer alcançar. Quando esses três elementos estão alinhados, a comunicação para de parecer esforço e começa a funcionar como consequência natural da identidade profissional.

Marketing jurídico exige estratégia

Publicar quando surge uma ideia, aparecer nas redes de forma esporádica ou postar apenas em datas comemorativas da área dificilmente gera resultados consistentes. Isso não é uma crítica, é uma realidade de qualquer comunicação digital. Sem planejamento, sem direção editorial e sem entendimento claro do público, mesmo conteúdos bem produzidos tendem a se perder.

Uma estratégia de marketing jurídico eficiente começa por algumas definições básicas: para quem estou falando, o que essa pessoa quer entender, quais são suas dúvidas mais frequentes e de que forma meu conteúdo pode ser útil para ela. A partir dessas respostas, surgem as editorias, os formatos, a frequência e o tom de voz adequados para cada canal.

No Instagram, por exemplo, Reels educativos e carrosséis com informações práticas tendem a gerar alcance e engajamento mais expressivos do que imagens estáticas isoladas. No LinkedIn, conteúdos mais reflexivos e análises de contexto jurídico funcionam melhor do que notícias repassadas sem comentário. Cada plataforma tem uma lógica própria, e uma boa estratégia respeita essas diferenças em vez de replicar o mesmo conteúdo em todos os canais.

Além disso, consistência é tão importante quanto qualidade. Um advogado que publica com regularidade, mesmo que em volume moderado, constrói uma presença percebida muito mais forte do que uma que publica em rajadas seguidas de longos períodos de silêncio. O algoritmo favorece a constância. E o público, da mesma forma, confia em quem aparece com frequência.

Em resumo, estratégia no marketing jurídico é o que transforma publicações avulsas em construção de autoridade acumulada ao longo do tempo.

Como fizemos a construção do posicionamento social media da advogada Bruna Prim?

Pessoa utilizando um smartphone para visualizar o perfil profissional da advogada Bruna Prim nas redes sociais, representando seu posicionamento social media por meio da produção de conteúdo jurídico, fortalecimento da marca pessoal e presença digital estratégica.
Posicionamento social media.

A teoria ganha força quando aplicada à realidade. E é exatamente isso que o trabalho da Atena Mídia com a advogada Bruna Prim, especialista em direito previdenciário, ilustra de forma concreta.

O ponto de partida da estratégia foi claro: consolidar e escalar a presença digital da Bruna no Instagram e no LinkedIn, aprofundando o posicionamento de autoridade no segmento previdenciário e atraindo clientes qualificados. Tudo isso por meio de mídia orgânica, sem nenhum investimento em impulsionamento pago.

Para isso, a Atena estruturou uma estratégia de conteúdo baseada em três editorias complementares. A primeira foi a de direitos práticos do segurado e aposentado, com o maior volume de posts educativos e informativos, sempre traduzindo temas técnicos para uma linguagem simplificada e humana. A segunda foi a institucional e de bastidores, com conteúdos que apresentavam a Bruna como advogada, sua presença em eventos e aspectos da sua vida profissional com viés pessoal, reforçando o lado humano por trás da expertise. A terceira foi a de informação e autoridade, com notícias, vídeos explicativos e análises do segmento previdenciário e trabalhista, sempre com a preocupação de diminuir o jurisdiquês e tornar os conteúdos acessíveis.

Ao longo do primeiro semestre de 2026, foram publicados dezenas de conteúdos no Instagram e no LinkedIn, testando diferentes formatos para entender o que melhor performativa para aquele perfil e público. Os Reels se destacaram como o formato de maior alcance, e os carrosséis como o de melhor taxa de interação por post.

Os resultados confirmaram a direção da estratégia

Com a união entre conteúdos com comunicação alinhada e editorias bem estruturadas, o alcance total do Instagram cresceu 479,76% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as visitas ao perfil aumentaram 147,3%. Tudo isso sem investir um real em anúncios patrocinados.

Os conteúdos de melhor desempenho revelaram algo importante sobre o público: temas jurídicos apresentados a partir de situações reais e dúvidas frequentes geram muito mais conexão do que conteúdos puramente técnicos.

O que o case da Bruna Prim demonstra, de forma muito prática, é que marketing jurídico ético e eficiente não depende de anúncios, de promessas ou de desvios das normas da OAB. Ele depende de uma estratégia consistente, de conteúdo útil e de uma comunicação que coloca o público em primeiro lugar.

Marketing jurídico é, antes de tudo, comunicação com propósito

Construir uma presença digital na advocacia vai muito além de conhecer as regras da profissão. Quando existe estratégia, planejamento e uma comunicação alinhada à identidade do advogado, o marketing jurídico deixa de ser uma preocupação e se torna uma ferramenta real de crescimento.

Ele fortalece a autoridade ao longo do tempo. Aproxima o conhecimento jurídico de pessoas que precisam dele. Reduz a distância entre a expertise do escritório e o público que ainda não sabe que pode ser atendido por ele. E, acima de tudo, constrói confiança antes mesmo do primeiro contato.

O resultado não é imediato, mas é consistente. E, como demonstra o trabalho com a Bruna Prim, ele acontece sem abrir mão da ética, sem depender de mídia paga e sem comprometer a reputação que leva anos para ser construída.

Isso é o que o marketing jurídico feito com inteligência pode fazer por um escritório. E é exatamente por onde a Atena Mídia começa quando trabalha com profissionais do direito.

Entre em contato com a nossa equipe e vamos começar a planejar a sua comunicação estratégica!

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